sábado, 19 de março de 2011

Resumo da Carta sobre a Felicidade por Carol S. Nemer

Carta sobre a Felicidade
Não há idade para dedicar-se à filosofia, porque nos mais variados momentos esta será útil te fazendo viver o que está por vir ou aquilo que já passou.
Pense sobre a divindade e atribua a ela o que for capaz de conservar a felicidade e sua imortalidade. A consciência de que um dia a morte chegará faz com que o aproveitamento da vida seja melhor e, portanto não há o desejo de se conseguir a imortalidade.
A morte não deve ser temida, nem desdenhada, só deve ser aguardada e aceita em sua hora de agir, pois esse sentimento não deve nos deixar preocupados, nem aflitos. 
A decisão de viver é direito de cada um, porém o futuro não é e nem deve ser controlado pelas pessoas. Se há o desejo de viver, a vida deve ser desfrutada como foi destinado a você, sem desejos frívolos, desnecessários, porque os desejos úteis fazem partem, naturalmente, de seu dia a dia.
A vida deve ser vivida prazerosamente, pois a ausência deste sentimento vem à insatisfação e junto a ela sofrimento, tirando o bem estar da alma e do corpo.
É por isso que a base da vida é o prazer, do início ao fim. Porém, muitas vezes alguns prazeres são evitados ao reconhecermos que o mesmo trará desagrado, pois nem todo prazer é um bem e nem toda dor é um mal.
Podemos nos habituar a viver uma vida sem luxo ou pequenos prazeres, como iguarias requintadas e ainda sermos felizes. Viver apenas respeitando a vida como deve ser não ajuda só a saúde, mas prepara o ser humano para enfrentar sem medo as adversidades da vida.
A sorte, porém, não é uma divindade, mas pode proporcionar o início de coisas boas e ruins. Mas é preferível ser sábio, sem crer na sorte, e desafortunado, a ser tolo, crer na sorte, a afortunado.
O homem feliz é o que se encontra no mundo dos mortais sem ambicionar outros bem, mortais ou imortais.

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